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Importação direta exige planejamento

Hospitais apostam na compra de produtos no exterior para reduzir custos e ampliar acesso a outros fornecedores

Novidade ainda entre os hospitais filantrópicos, a importação de produtos de consumo e até mesmo medicamentos começa a ser uma realidade entre algumas instituições de Saúde como forma de reduzir custos. O Grupo Marista, que administra o Hospital Cajuru em Curitiba, é um desses exemplos. A gerente de Suprimentos do Grupo, Raquel Guedes Carrocini, apresentou a palestra “Compras através de importação direta pelos hospitais filantrópicos”, durante a Sala Temática Eficiência Hospitalar no 10º Seminário Femipa, realizado de 25 a 27 de outubro.

“É um processo difícil, é preciso superar obstáculos. Por isso, é necessário avaliar e se planejar em relação ao tempo de entrega, capital (em alguns casos é preciso importar um contêiner), burocracia, legislação, custo e quantidade mínima”, explicou a profissional.

No entanto, a gerente garantiu que a operação também apresenta uma série de vantagens. Além da redução de custos (em alguns casos de até 30%), aumento da base de fornecedores, acesso a novas tecnologias, redução de dependência de marcas e fornecedores do mercado interno e aumento de diversificação de produtos.

De acordo com Raquel, além de compras individuais, o Grupo busca atuar de forma conjunta com outros hospitais, não somente de Curitiba. “Isso resultada em importações conjunta com melhores preços e regulares”, afirmou.

Para quem quer começar, ela orienta a fazer o cadastro na plataforma denominada RADAR, junto à Receita Federal, que tem duas categorias, limitado e ilimitado, esta última exige mais documentações para habilitação.

Fonte: Assessoria de Imprensa Femipa

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